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Cleber Prado da Silva foi sentenciado no Tribunal do Júri a 64 anos de reclusão pela participação na morte do policial militar Adriano Andrigo Pires, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas em Guarapuava, em abril de 2018. A Mulher de um dos bandidos mortos no confronto Eucleia Brasil Alexandrino também foi condenada 13 anos 10 meses e 8 dias, A condenação atende denúncia criminal apresentada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR), sustentada em plenário pela 10ª Promotoria de Justiça da Comarca.

O PM foi morto em uma emboscada, durante uma ação para apreensão de drogas no estacionamento da Estação Rodoviária Municipal de Guarapuava, em 5 de abril do ano passado. Ele e um colega foram rendidos e atacados a tiros por dois criminosos, enquanto o terceiro aguardava no carro para a fuga. No confronto, dois dos criminosos também morreram – o que foi a Júri havia conseguido fugir no veículo, sendo identificado e preso tempos depois em Santa Catarina. Na casa dele, no mesmo dia do crime, foi apreendida uma expressiva quantidade de drogas e munições de calibre restrito.

No julgamento, realizado nessa quinta feira, (12 de setembro), que foi até a madrugada, o MPPR sustentou que o réu cometeu homicídio triplamente qualificado consumado (emboscada, para assegurar execução de outro crime – no caso, tráfico de entorpecentes – e praticado contra autoridade no exercício da função), homicídio triplamente qualificado na modalidade tentada (contra outro policial que conseguiu se desviar dos disparos), tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de munição de uso restrito – todas acatadas pelos jurados.

PENA 

No total, o homem foi condenado a 64 anos e um mês de reclusão em regime fechado. A mulher que presa quando foi realizada a apreensão de drogas na casa da associação criminosa, foi denunciada pelo Ministério Público por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de munição de uso restrito e sentenciada a 13 anos, dez meses e oito dias de reclusão, tendo a prisão preventiva decretada em plenário.


 

 

Fonte: GMais Guarapuava
Postado por Adilson Nogueira - Data: 13/09/2019